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7 dicas para otimizar a gestão do tempo nas clínicas

7 dicas para otimizar a gestão do tempo nas clínicas

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O dia a dia de uma clínica é agitado, com atendimentos, documentações e vários outros processos. Conseguir otimizar a gestão do tempo nas clínicas de maneira eficiente e organizada, às vezes, parece uma missão impossível. Afinal, existem horários para serem cumpridos e questões burocráticas para solucionar.

Como é possível otimizar a gestão do tempo em sua clínica? Algumas dicas são bastante úteis e ajudam a ter uma rotina mais tranquila para atender a demanda, sem perder a qualidade.

Selecionamos sete pontos que aumentam a produtividade e contribuem para um gerenciamento mais eficaz do tempo. Para conhecer quais são eles, continue a leitura do post!

1. Mensure o tempo de cada consulta

Cada pessoa tem necessidades específicas, por isso, delimitar o tempo da consulta com precisão não é uma prática que visa o bom atendimento ao público. Contudo é possível estabelecer alguns padrões para ter um controle maior do tempo e, também, não prejudicar nenhum paciente.

O recomendado é padronizar o período necessário para os atendimentos. Assim, a clínica fornecerá um suporte de qualidade a todos e de forma igualitária.

Fazer esse tipo de mensuração fica mais fácil quando você conta com ferramentas e recursos adequados. Alguns softwares e sistemas informam qual é o tempo gasto em cada consulta, o que auxilia na hora de definir o que será colocado em prática na sua clínica.

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2. Tenha pontualidade

Em qualquer área da vida, a pontualidade é benéfica e possibilita que todos os compromissos sejam cumpridos com calma e sem estresse.

Da mesma forma, ser pontual é importante para a gestão da clínica, pois esse é um aspecto avaliado por pacientes e pode ser o diferencial que você precisa para ter a preferência do público. Como comentado, mensurar o tempo de cada consulta é um auxílio nesse sentido e colabora para a organização da rotina.

Além disso, um planejamento é útil para conhecer quais são as principais atividades exercidas pela equipe. Com isso, todos têm acesso às datas, compromissos, pagamentos e outras pendências.

Esse tipo de monitoramento evita os atrasos em todos os setores, o que gera resultados positivos para os envolvidos da clínica.

3. Ofereça treinamento aos colaboradores

Treinar o time que atua na clínica tem grande importância no desempenho das tarefas e, principalmente, no tempo em que elas são realizadas. O primeiro passo é a conscientização dos funcionários sobre a implementação de ideias e ajustes que ajudam na produtividade.

É importante permitir que eles deem sugestões para serem aplicadas, como técnicas eficientes de atendimento, tecnologias úteis e assim por diante.

Após esse alinhamento, é preciso treinar os colaboradores para que eles consigam aplicar os métodos que foram acordados. Tecnologia ou novos padrões podem causar receio no início, então fornecer a assistência necessária faz toda a diferença durante a fase de adaptação.

4. Utilize a tecnologia para otimizar a gestão do tempo nas clínicas

O uso da tecnologia em clínicas potencializa a produtividade e melhora a gestão de tempo. Isso acontece por meio de ferramentas que reúnem funcionalidades importantes para facilitar o trabalho dos funcionários e oferecer um atendimento mais rápido ao público.

No mercado, existem softwares que fazem a integração de informações e ajudam na centralização de tarefas diárias do negócio. Busque opções que sejam funcionais e intuitivas para todos os que trabalham no local. De nada adianta adquirir um recurso com várias funções se a maioria delas não é útil no gerenciamento da clínica.

Com alternativas de fácil utilização, os colaboradores perdem menos tempo se acostumando com a ferramenta e têm facilidade em manuseá-la no dia a dia.

5. Estabeleça prioridades

Perder o foco em uma tarefa é uma situação bem comum para as pessoas. Com a grande quantidade de informações e compromissos, nem sempre é fácil priorizar o que é mais urgente no momento. Em uma clínica, acontece da mesma forma. Afinal, fornecer assistência aos pacientes e, ainda, gerenciar todos os aspectos burocráticos exige tempo e dedicação.

Logo, cultive o hábito de priorizar atividades mais importantes ou que precisam ser resolvidas em um prazo menor. Uma sugestão é registrar todos os dias o que precisa ser feito ao longo do horário de trabalho, considerando o tempo de cada atribuição e qual profissional será responsável pela execução dela.

Dessa forma, visualizar as pendências torna mais fácil e colabora para uma rotina mais tranquila, sem uma lista extensa de tarefas e compromissos que precisam ser resolvidas por causa da falta de prioridades na clínica.

6. Padronize processos 

Algumas ações podem ser padronizadas com o objetivo de otimizar o tempo em clínicas e alcançar mais qualidade na realização de atividades. Principalmente, processos burocráticos e que envolvem um trabalho mais mecânico podem contar com alguns critérios de execução.

É essencial que isso esteja alinhado às necessidades da clínica e que todos os colaboradores recebam treinamento e orientação específica sobre o funcionamento de cada etapa.

Assim, setores como o administrativo, agendamentos e atendimento podem ser padronizados. Isso aumentará a eficiência e agilidade da clínica e, além disso, os profissionais têm uma demanda maior de tempo para focar em outros aspectos, o que eleva a credibilidade frente aos pacientes.

7. Organize a agenda

Ter uma agenda organizada é fundamental para manter um controle do tempo. É por meio desse recurso que você conseguirá ter acesso a todos os compromissos diários da clínica, como os atendimentos.

Invista em praticidade e fácil acesso, isto é, dê preferência a um modelo intuitivo e que reúna as funcionalidades que são importantes para o gerenciamento de pacientes e demais atividades.

Quando você visualiza a agenda é mais fácil planejar encaixes, consultas ou eventos. Opte por um software que ofereça de maneira prática as principais funções de acordo com a sua realidade.

Uma sugestão para otimizar a gestão do tempo nas clínicas, é apostar no agendamento online que pode ser acessado simultaneamente por colaboradores em qualquer lugar, o que é uma alternativa bastante positiva.

Uma boa gestão do tempo tem grande importância em clínicas. Afinal, é preciso ter controle de atendimentos e vários outros processos necessários para manter a organização do ambiente. As dicas apresentadas ao longo do post melhoram a qualidade do atendimento e a rotina dos colaboradores. Por fim, um bom software também tem um papel decisivo ao otimizar as ações da clínica e ganhar mais tempo.

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Aprenda os cuidados necessários com descarte de lixo clínico

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Independentemente do tipo de assistência que prestam (seja atendimento a pacientes, seja qualquer atividade relacionada à saúde), todos os estabelecimentos de saúde têm algo em comum: a geração diária de grande quantidade de lixo odontológico e clínico.

Leia também: Aprenda como manter sua clínica odontológica no padrão ANVISA

Hospitais, consultórios odontológicos, centros de saúde, clínicas e laboratórios de pesquisa produzem diferentes resíduos de saúde, que devem todos ser descartados de forma correta. Para isso, os estabelecimentos precisam identificar, classificar e separar seu lixo clínico para garantir a segurança na assistência prestada aos pacientes.

Em outras palavras, alguns cuidados de descarte de lixo são fundamentais no meio da saúde. Continue acompanhando este texto para entender melhor quais são!

O descarte de lixo com riscos para a saúde

De fato, esse é um assunto de extrema importância para a saúde pública. Afinal, o descarte correto de lixo — também chamado de resíduos de serviços de saúde (RSS) — permite reduzir os riscos que eles representam para a saúde dos seres vivos e do meio ambiente.

Além disso, nesse contexto, os trabalhadores de saúde são os que estão expostos a mais ameaças relacionadas ao lixo clínico. São elas:

  • Risco biológico: probabilidade de acontecer algum prejuízo relacionado a um agente biológico (vírus, bactéria, fungo etc.);
  • Risco físico: exposição do profissional a agentes físicos (temperatura extrema, radiação, ruído, vibração);
  • Risco químico: exposição do profissional a agentes químicos (poeira, medicações tóxicas, gases, vapores).

O gerenciamento — a geração, o armazenamento e o descarte — do lixo clínico é regulamentado pela Agência Nacional de Saúde (ANVISA) e deve ser seguido por todos os estabelecimentos relacionados com a saúde humana ou animal, mesmo os que realizam atendimento domiciliar.

Isso inclui não só hospitais e clínicas, mas também necrotérios, unidades de ensino e pesquisa em saúde, farmácias, unidades de atendimento móvel, atividades de acupuntura, serviços de tatuagem, entre outros.

Diante disso, as unidades de saúde têm a responsabilidade de descartar o lixo que geram de forma correta, para proteger os profissionais de saúde e garantir que materiais indevidos não entrem em contato com a natureza.

Tipos de lixo clínico

Lixo hospitalar

Os resíduos hospitalares são categorizados em diferentes tipos, e o seu armazenamento e descarte devem ser feitos de acordo com o risco que geram. Assim, para entender os cuidados necessários, primeiro é preciso conhecer os grupos de resíduos hospitalares. Vejamos:

Resíduos do grupo A

É todo lixo com a possibilidade de presença de agente biológico (vírus, bactéria ou fungo) e, consequentemente, que apresenta risco de infecção.

Isso inclui: culturas de microrganismos, vacinas com bactéria ou vírus atenuado, qualquer material com fluido orgânico (sangue, urina, secreção etc.), órgãos ou suas partes, cateteres ou outros dispositivos venosos.

Resíduos do grupo B

É o lixo que contém substâncias químicas que apresentam risco à saúde relacionado à inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Isso inclui: antibióticos, quimioterápicos, resíduos de produtos de limpeza, reagentes utilizados em laboratório.

Resíduos do grupo C

A grosso modo, qualquer material radioativo utilizado em laboratórios de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia.

Resíduos do grupo D

Lixo comum produzido na unidade de saúde, que não apresenta risco biológico, químico ou radioativo. Pode ser papel higiênico, sobra de alimentos, equipos de soro, resíduos de gesso ou até sujeira das áreas administrativas.

Resíduos do grupo E

Por fim, esses são os lixos que contêm materiais perfurocortantes ou escarificantes, como lâminas de bisturi, agulhas, seringas agulhadas, ampolas de vidro, lancetas, tubos capilares.

Tendo esses grupos em mente, cada unidade de saúde precisa criar seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) de acordo com essa classificação, especificando a coleta, o transporte e a disposição final de todos os resíduos gerados no seu serviço.

Lixo odontológico

Existe uma enorme quantidade de material odontológico usado todos os dias em consultórios e clínicas, o que gera lixo odontológico. Esses também podem ser separados em grupos, o que facilita o descarte correto e o seu manejo. Confira:

Resíduos do Grupo A ou Infectantes

Esses podem estar contaminados com agentes biológicos, ou seja, focos de risco de infecção e perigo à saúde. Em parte, isso se deve à grande circulação deles presente na cavidade oral, o que faz com que simples procedimentos apresentem algum nível de sangramento. Dessa forma, caso o paciente esteja infectado com algum vírus ou bactéria, poderá disseminá-lo se houver contato com os materiais expostos ao seu sangue.

Como exemplo, é possível citar algodões, gazes, guardanapos, fios dentais, gorros, máscaras, luvas cirúrgicas e de procedimentos, aventais e filmes de PVC. Além disso, materiais retirados da cavidade oral, como tártaro, dentes, placas e outros tecidos humanos também têm potencial infectante.

Por esse motivo, é fundamental descartá-los em lixeiras próprias, mais especificamente nas que são brancas e com símbolo de infectante estampado.

Resíduos do Grupo B ou Químicos

Os resíduos do grupo B contêm substâncias químicas que representam risco ao meio ambiente ou à saúde coletiva, visto que alguns têm características como: corrosividade, inflamabilidade, reatividade e toxicidade.

Como exemplo, é possível citar cápsulas de amálgama e suas sobras, tubos de anestésicos, restos de resina (líquida ou em pó), películas de chumbo, filmes de RX, papel preto, revelador, fixador, medicamentos diversos, tubos secos, ponteiras e soluções de laboratório, como o álcool, o formol, o xilol e outros reagentes.

Devido ao risco, esses devem ser descartados em recipientes próprios, que são identificados de acordo com o tipo de resíduo (explosivo, inflamável, oxidante, tóxico, poluente e corrosivo, por exemplo).

Neste tópico, é importante fazer um alerta sobre a amálgama dental, um dos materiais restauradores amplamente utilizados nas clínicas odontológicas. Isso porque um de seus componentes é o mercúrio, uma substância extremamente tóxica para o ser humano e o meio ambiente.

Sendo assim, deve-se tomar alguns cuidados importantes, como:

  • Usar a menor quantidade possível de mercúrio na liga da amálgama;
  • Usar amalgamadores seguros, ou seja, que não possibilitem vazamento de mercúrio;
  • Realizar isolamento absoluto, a fim de evitar a queda de amálgama na cavidade oral, visto que as mucosas são muito permeáveis a esse metal.

Resíduos do Grupo D ou Comuns

Esses não apresentam nenhum risco biológico, químico ou radiológico. Os exemplos mais comuns usados no consultório odontológico são gesso, SMS, material de escritório, papel toalha e papéis e embalagens em geral.

Dessa forma, é possível compará-los aos resíduos domiciliares, que não oferecem perigo à saúde, devendo ser descartados em lixeiras de lixo odontológico comum.

Resíduos do Grupo E ou Perfurocortantes

São resíduos perfurantes, cortantes ou escarificantes. Esses são amplamente empregados em consultórios e demandam cuidado especial com o lixo odontológico. São caracterizados por tubos capilares, instrumentos de vidro ou feitos de metal, pipetas ou lancetas, ampolas, agulhas, fios de aço, lamínulas ou lâminas, pontas diamantadas, pontas de sucção, fios de sutura, lixas metálicas, brocas, fresas, lâminas de bisturi, agulhas e seringas, entre outros.

Os resíduos do grupo D devem ser descartados logo após o uso, em coletores específicos. Normalmente, precisam ser rejeitados nas caixas amarelas que vemos em consultório. Elas devem ser rígidas e resistentes à ruptura, vazamento ou punctura.

Os cuidados necessários

Antes de passarmos pelos cuidados específicos, veremos quais são os cuidados gerais a se tomar no descarte de lixo clínico, que devem ser seguidos em todos os estabelecimentos independentemente do tipo de lixo:

  • Buscar minimizar ao máximo a geração dos resíduos de saúde, para contribuir com a manutenção do meio ambiente e reduzir os custos com o gerenciamento dos resíduos;
  • Assegurar o manuseio seguro para todos os profissionais que participam da coleta, do transporte e do tratamento dos resíduos, com o uso de equipamentos de proteção individual (EPI);

Garantir que os trabalhadores sejam vacinados de acordo com o Programa Nacional de Imunização;

  • Dividir o lixo em seus grupos de acordo com suas características no local que for gerado;
  • Identificar os recipientes de acondicionamento do lixo conforme o tipo de lixo armazenado;
  • Ter em mente que a unidade de saúde tem a responsabilidade de treinar os profissionais para o descarte dos resíduos.

Alguns cuidados específicos para cada grupo de resíduo

Grupo A

Estes devem ser acondicionados em saco plástico de cor diferenciada (geralmente, branca ou vermelha) em lixeira de material resistente.

Além disso, alguns materiais do grupo A que apresentam maior risco de contaminação precisam ainda passar por um processo de tratamento na sua unidade de geração antes de serem removidos de lá.

Grupo B

Os resíduos químicos devem ser descartados em recipientes sólidos que abriguem todo o seu conteúdo, para, só depois, serem desprezados. Também é preciso verificar a compatibilidade das substâncias, para que dois líquidos incompatíveis não sejam armazenados juntos.

Grupo C

As atividades que envolvem os resíduos radioativos devem estar de acordo com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

Nesse sentido, um profissional específico deve ser escalado para gerenciar todo o processamento desses resíduos. E eles devem ser descartados em recipientes compatíveis com o tipo de substância e com a identificação de resíduo radioativo que chame a atenção.

Grupo D

Os resíduos do grupo D precisam ser divididos, no momento de sua geração, entre recicláveis — em lixeiras de cores diferentes (papel, plástico, metal, vidro e orgânico) — e não recicláveis (geralmente, em lixeira cinza). Em ambos os casos, os sacos e recipientes devem ser identificados como “resíduo comum”.

Grupo E

Por fim, estes devem ser descartados em recipientes rígidos resistentes a furos, rupturas ou vazamentos, com tampa, e identificados com o símbolo internacional de risco biológico. Então, seringas necessitam ser rejeitadas com as agulhas (que não podem ser reencapadas), e os recipientes precisam ser descartados quando atingirem dois terços de sua capacidade.

Enfim, como vimos, o descarte de lixo clínico dentro das unidades de saúde exige cuidados especiais para garantir a saúde de pacientes e trabalhadores e a preservação do meio ambiente.

Os cuidados necessários com os lixos odontológicos

Um hospital, devido à complexidade e ao número de serviços oferecidos, tem políticas próprias para lidar com os resíduos gerados. Em consultórios e clínicas odontológicas a realidade é bastante diferente, ficando a cargo do profissional descartar o lixo odontológico. Dessa maneira, é preciso lidar com essa tarefa de forma diferente.

Pense na logística

Para não acumular resíduos e manter o pleno funcionamento do consultório ou clínica, é fundamental pensar na logística do lixo odontológico. Um bom modo de começar é entrar em contato com os fornecedores de materiais, visto que essas empresas são obrigadas por lei a se adequar às resoluções ambientais e, muitas vezes, recolher os resíduos pode estar dentro desses ditames.

É importante planejar o descarte correto de cada tipo de material, porque no Brasil, infelizmente, ainda há poucos iniciativos do governo para recolher e reaproveitar lixos clínicos. Sendo assim, pesquise pontos de coleta em seu município para cada grupo de lixo odontológico.

Tenha os recipientes adequados

Como vimos nos tópicos acima, cada grupo de resíduos tem um recipiente adequado para o descarte. É fundamental seguir todas as regras e recomendações, pois elas são baseadas em estudos para comprovar a segurança e a eficácia do acondicionamento do lixo odontológico.

Desse modo, é possível evitar acidentes, visto que embalagens incorretas para perfurocortantes, por exemplo, podem possibilitar contaminação devido à transfixação do recipiente. Além disso, vazamentos, como o de sangue, são altamente contaminantes e não podem ocorrer.

Sendo assim, é recomendado que os profissionais da área de saúde tenham um pequeno estoque desses recipientes em seu consultório ou clínica, a fim de evitar que os resíduos sejam colocados em outro local, mesmo que temporariamente.

Monte um plano de descarte

Organização é a palavra-chave para não se esquecer ou se atrapalhar no descarte de lixo odontológico. Assim, criar uma planilha, especificando os dias da semana em que será descartado cada tipo de lixo, pode ajudar. Além disso, é ideal deixar uma lista com os locais que os lixos devem ser encaminhados.

Capacite a equipe

É importante capacitar toda a equipe para que as pessoas saibam a maneira correta de descartar o lixo clínico, assim como separá-lo após o uso. Nesse contexto, há cursos e até certificações que podem ser buscados, algumas vezes oferecidos pelos fornecedores de materiais.

Podemos concluir que instituir algumas medidas simples no dia a dia da clínica ou consultório já pode ajudar na prestação de um atendimento seguro e de qualidade. Basta conhecer as exigências e se planejar para cumpri-las!

Afinal, é imprescindível que todos os profissionais da área de saúde tenham plena conscientização sobre o descarte de lixo odontológico, assim como conhecimento dos danos para o meio ambiente e para a saúde da população. Desse modo, ao tomar os devidos cuidados, é possível evitar prejuízo aos profissionais da área de saúde, ao paciente, ao meio ambiente e também aos demais envolvidos no processo de descarte e recolhimento dos materiais.

Então, entendeu quais são os grupos de lixo odontológico e hospitalar e como deve separá-los para um descarte correto? Portanto, não deixe de comentar no post se tiver alguma dúvida! Você pode também usar o espaço para comentários e contar a sua experiência com o descarte de resíduos na área de saúde ou dar dicas para outros profissionais!

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5 dicas para prevenir infecções em clínicas e consultórios

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Prevenir infecções é uma tarefa essencial para manter sua clínica em pleno funcionamento, sem a ocorrência de doenças e problemas graves que podem prejudicar a saúde dos pacientes e, consequentemente, refletir uma reputação negativa para o seu negócio.
Apesar de ser uma necessidade conhecida, alguns consultórios não obtêm métodos de precauções para evitar esse tipo de situação. Com isso, acabam prejudicando a imagem do empreendimento, levando à possível perda de colocação no mercado e a consequências sérias para a saúde financeira da empresa.
Para impedir que isso aconteça com você, listamos abaixo algumas dicas infalíveis para prevenir infecções. Continue a leitura!

Qual a importância de prevenir infecções na clínica?

O asseio adequado em consultórios traz muitas vantagens ao negócio, pois desse modo é possível:

  • evitar doenças em pacientes e profissionais: quando o ambiente não é adequado, pode provocar sérias doenças aos pacientes e aos trabalhadores, levando eles a um desgaste emocional e físico que pode ser agravado, de acordo com a situação. Com os cuidados necessários, você pode reduzir esse impacto, resguardando a vida de todos;
  • reduzir as chances de processos judiciais: em muitas situações, o profissional que contraiu alguma infecção pode abrir um passivo trabalhista contra o seu consultório, ou um paciente pode entrar com processo judicial, fazendo com que você tenha dificuldades financeiras. Impedindo esse tipo de coisa, você não terá problemas com a Justiça, mantendo a saúde financeira intacta.
  • evitar a degradação da imagem da clínica: todas as pessoas procuram por lugares que ofereçam serviços de qualidade e que tem uma boa reputação. O surgimento de problemas relacionados à saúde pode degradar o consultório, fazendo com que ele seja desprezado no mercado, prejudicando o seu negócio;
  • impedir problemas financeiros: doenças podem afastar pacientes, fazendo com eles busquem por outras alternativas mais seguras. Isso causa prejuízos financeiros sérios, impossibilitando que seu negócio continue a prosperar.

Para prevenir infecção no ambiente da saúde, você precisa seguir algumas dicas simples que ajudam a manter sua empresa em pleno funcionamento, contribuindo para o alcance dos objetivos.

Como prevenir infecções?

1. Faça a sua higienização antes e depois de qualquer procedimento

Você já ouviu falar da importância de manter as mãos limpas antes de comer ou depois de ir ao banheiro, certo? Mas você sabia que esse hábito é imprescindível na hora de tratar um paciente?
Isso porque você evita que impurezas possam ser passadas para outras pessoas durante o tratamento.
Sempre que você for atender, independentemente do tipo de procedimento que for prosseguir, deve lavar bem as mãos, utilizando sabonete e outros produtos indicados para a higienização, assegurando que bactérias e vírus não sejam transmitidos ao paciente.
Além disso, o material utilizado também pode ser contaminado se você não fizer a limpeza de suas mãos apropriadamente.
Após a consulta, faça novamente a higienização para que nenhum resíduo dos tratamentos fique em suas mãos, mantendo a sua saúde em dia.

2. Mantenha seu jaleco limpo

Você iria a uma clínica ou consultório em que os profissionais trabalhassem com a roupa suja? Claro que não! Isso porque o aspecto da vestimenta demonstra a atenção e preocupação que os trabalhadores têm com a imagem do local e com a higienização do ambiente.
Assim como você, seus pacientes também se preocupam com a aparência dos seus colaboradores. Por isso, faça com que toda a equipe esteja sempre preparada para atender da melhor maneira possível, vestindo sempre roupas claras e limpas.
Para garantir que não haja contratempos, é importante que cada profissional tenha um jaleco extra, pois alguns procedimentos podem causar sujeiras inesperadas, e será preciso trocar o traje.

3. Siga os protocolos de limpeza

Qualquer empresa deve seguir as normas da vigilância sanitária em relação ao padrão de limpeza para permitir que o estabelecimento funcione, sendo necessário ficar atento ao que deve ser feito e ao que deve ser evitado. É fundamental assegurar-se de que todos os seus funcionários sigam essas normas com dedicação, para manter o consultório sempre no padrão adequado. Com isso você garantirá que seus pacientes tenham um tratamento seguro, em um estabelecimento limpo e higienizado. Além disso, poderá evitar problemas com a vigilância, protegendo seu ambiente de trabalho de possíveis multas.

4. Esterilize seu material antes e depois do uso

Para ter certeza de que seus dentistas estão evitando infecções e doenças, faça com que todos mantenham os materiais sempre esterilizados, pois assim o equipamento ficará limpo, longe de bactérias e fungos que podem causar patologias e inflamações severas.
O uso de aparelhos sujos pode prejudicar a saúde dos pacientes, fazendo com que eles fiquem expostos a afecções graves que podem afetar a qualidade de vida.
Dessa forma, esteja ciente de que sua clínica tenha o aparelho adequado para promover a higienização certa dos materiais; assim, eles podem ser usados com tranquilidade.

5. Tenha um gerenciamento de resíduos

Você sabe que os resíduos em clínicas odontológicas e médicas devem ser manuseados com cautela, certo?
Mas não basta apenas ter cuidados ao transportar essas matérias: é importante separar, identificar e descartar o lixo clínico, para que todos saibam do que se trata.
O encaminhamento inadequado pode gerar acidentes de trabalho e infectar pessoas, caso os rejeitos estejam contaminados. Existem sacos e depósitos apropriados para o armazenamento desses resíduos, garantindo medidas de proteção em seu transporte.
Esses cuidados devem ser dobrados quando falamos de objetos cortantes que são depositados na caixa de segurança, pois eles não devem ultrapassar a margem estabelecida, para resguardar a saúde de quem estiver conduzindo o material.
Em situações que envolvam muitos produtos nocivos, é fundamental adquirir o máximo de caixas, para que não ocorra o excesso de carga. Para que você possa gerenciar com mais qualidade, existem recursos tecnológicos ideais para ajudar o seu consultório a ter um bom resultado.
Com essas dicas simples você poderá prevenir infecções, protegendo não só seus funcionários e pacientes, mas também o seu negócio. Que tal receber mais instruções de como manter a sua clínica em funcionamento e conquistar mais pacientes? Siga-nos no Facebook e fique por dentro dos melhores conteúdos.

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Quando contratar uma consultoria para sua clínica? Entenda aqui!

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Gerenciar um consultório nem sempre é uma tarefa fácil, é preciso ter um conhecimento sobre gestão e saber aproveitar as oportunidades que aparecem para fazer o negócio prosperar e alcançar os objetivos esperados. Diante disso, para facilitar os processos administrativos, você pode contratar uma consultoria para a clínica, maximizando os resultados e obtendo vantagens competitivas.
Assim, a sua empresa poderá crescer, conquistando o mercado e, consequentemente, mais pessoas, tendo todo o apoio que precisa. Mas, afinal, qual é o momento certo de fazer essa contratação? Quais benefícios ela pode trazer ao empreendimento? Tire essas e outras dúvidas a partir de agora. Boa leitura!

Por que contratar uma consultoria para a clínica?

Algumas pessoas acreditam que cuidar de uma empresa é simples, mas essa não é uma verdade absoluta. Existem vários fatores que devem ser levados em consideração para que o seu negócio continue dando lucro e não entre em situações complicadas que podem causar a falência.
Contratar uma consultoria para a clínica talvez seja tão importante se você procura, de fato, atingir suas metas e ter uma gestão adequada. Isso porque ela contribui para que estratégias empresariais sejam adaptadas ao seu negócio e que seus serviços cheguem até os pacientes de forma clara, apresentando qualidades que sejam admiráveis no mercado.
Conhecer o seu negócio é muito importante e vai ajudar a diminuir os erros comuns à gestão administrativa e financeira da clínica. Se você sente que precisa de ajuda, não deixe de procurar alternativas e conselhos profissionais especializados, eles vão deixar as coisas mais fáceis e com certeza, podem diminuir os prejuízos.
Vale ressaltar que existem diversas firmas que oferecem esse serviço. Entretanto, é importante obter todas as informações relevantes para ter mais segurança sobre a contratação, pois ela se tornará um forte elo que visa levar você às novas oportunidades e inovação.
Fazer um contrato ruim pode ocasionar mais perdas do que ganhos. Por isso, preste bastante atenção sempre que for procurar por um suporte desses para não entrar em nenhuma furada.

Quando devo contratar esse serviço?

Sempre que você observar que suas ações já não oferecem os mesmos resultados, significa que chegou a hora de repensar suas táticas. Nesse sentido, a consultoria será bastante útil, especialmente para:

Aumentar a receita

Se você deseja elevar o nível de crescimento da sua clínica, então é o momento de procurar por um consultor, pois ele é treinado para observar o andamento do mercado, planejando técnicas que farão com que seu consultório seja moldado conforme as exigências atuais.
Assim, seus profissionais receberão uma análise de quais tratamentos são bem recebidos pelos pacientes e seus serviços seguirão os padrões estabelecidos pela modernidade, atraindo cada vez mais pessoas.

Minimizar custos

Quando falamos em avanços e técnicas de última geração, logo pensamos em aumento de custos. Claro que, para um consultório conseguir competir com a concorrência, é fundamental contar com tecnologia avançada e ter dentistas capacitados — lembre-se de que é preciso investir! Contudo, a consultoria sempre avaliará os meios de inovar o seu negócio, sem elevar os gastos.
Além disso, ela dará prioridade às formas de reduzir as despesas, cortando tudo o que for desnecessário. Ou seja, ao observar as finanças da empresa, o profissional vai avaliar cada gasto da sua clínica, tentando ao máximo cortar aquilo que não for importante para o bom funcionamento do negócio, demonstrando como seu dinheiro deve ser empregado em busca de sucesso.

Implantar nova iniciativa

Algumas vezes, tentar não significa conseguir, não é mesmo? E quando os erros costumam ser muito frequentes, isso quer dizer que você não tem o preparo necessário para comandar o seu negócio sem auxílio e, nesse caso, é essencial contar com um apoio.
Um consultor pode ser mais barato que persistir nas falhas. Isso porque ele é capacitado para enxergar o que deve ser feito e implantar a iniciativa, caso seja viável. Assim, ele ajudará a aumentar sua performance, atingindo outros patamares que trarão vantagens ao consultório que talvez você e sua equipe não conseguissem.

Encontrar soluções e resolver problemas

Crescer, conquistar e fidelizar pacientes e ter lucratividade são alguns dos sonhos de qualquer empresário. No entanto, são coisas difíceis de acontecerem, caso haja algum problema sério no gerenciamento da clínica.
Com o profissional certo, esses problemas poderão ser resolvidos sem causar grande impacto financeiro. Para isso, ele verificará todos os passos que vão evitar ou corrigir erros, encontrando possíveis soluções que não prejudiquem o negócio.

Quais são os benefícios de contratar uma consultoria para a clínica?

Foco na sua própria atividade

Ao delegar algumas atividades de gestão a um consultor, você passa a ter mais tempo para se dedicar a outras tarefas importantes. Embora tenha que acompanhar os passos da consultoria, você ainda conseguirá manter sua cabeça em outros assuntos, como otimizar o atendimento e oferecer treinamentos e suporte para a equipe.

Concentração de esforços

Enquanto você consegue focar em outras atividades necessárias para o andamento da clínica, o consultor se mantém concentrado em você e nas suas necessidades organizacionais. Ele passará a se preocupar em identificar falhas e soluções, além de encontrar melhorias que possam trazer resultados positivos.

Nova visão para o empreendimento

Gerenciar o seu próprio negócio pode limitar sua visão perante os acontecimentos externos. Um consultor trará um novo olhar para sua empresa, apresentando ideias que realmente fazem a diferença no mundo empresarial. Isso ajuda a colocá-la na direção certa e potencializar a qualidade dos seus produtos e serviços.

Definição clara dos projetos

A consultoria elabora projetos com clareza e determinação que são apresentados para que todos os envolvidos entendam. Geralmente, cada etapa é feita com objetividade, mantendo o controle da implantação das estratégias. Então, você e os demais trabalhadores poderão acompanhar os passos, tendo todos os detalhes dos processos.

Novas experiências

A consultoria possui uma visão ampla de como as coisas acontecem e quais as novidades do mercado, permitindo uma análise mais aprofundada do que funciona e do que deve ser descartado. Ela ainda adquire experiências em situações semelhantes às suas, conseguindo direcionar seus esforços em encontrar as soluções mais acertadas, conforme os seus conhecimentos.
Contratar uma consultoria para a clínica talvez seja a melhor forma de conquistar aquilo que você sempre sonhou, trazendo mais conforto e segurança aos seus trabalhadores e conquistando mais pacientes.
Sempre que decidir por serviços de uma consultoria, busque informações sobre as escolhas nos canais disponíveis: amigos, órgãos de controle, clientes atendidos, entre outros.
Se você gostou do artigo, não deixe de comentar e compartilhe com os seus amigos, ou, se desejar, entre em contato conosco e conheça mais o nosso trabalho.

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Ano fiscal: sua clínica está em dia?

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O ano fiscal é uma obrigação que toda empresa deveria fazer, apresentando um balanço sobre o seu negócio e analisando cada passo dado ao longo do último período. Isso possibilita ter mais visão sobre o andamento das finanças e o alcance das metas traçadas.
Isso não pode ser diferente na sua clínica odontológica, pois mesmo que a sua equipe não seja muito grande, é importante manter uma boa gestão e avaliar o andamento do seu negócio anualmente.
É por isso que ano fiscal se torna importante e que você deve estar em dia com o seu consultório! Abaixo você vai conhecer uma pouco mais sobre esse conceito. Acompanhe!

O que é ano fiscal?

Ano fiscal é um período que as empresas utilizam para registrar todo o andamento organizacional, contabilizando as entradas e saídas que ocorreram.
Isso permite mensurar os resultados obtidos por meio de um balanço, em que os empreendedores possam determinar quais ações tomar para continuar com o crescimento do negócio e quais delas devem ser melhoradas e extintas.
Assim, os 365 dias avaliados permitem uma visão mais detalhada das variações que ocorreram nessas datas.
O período pode mudar de acordo com as regras feitas pelo país, contudo, é imprescindível que seja realizado anualmente.
O ano fiscal é uma obrigação de qualquer corporação (prevista em lei), em que o empresário deve ter relatórios financeiros fechados no período estabelecido.

Qual é a importância do ano fiscal?

A demonstração financeira do exercício fiscal apresenta quais foram os resultados obtidos dentro do período em questão. Dessa forma você pode visualizar se o seu negócio está prosperando ou se houve falhas na gestão que causaram algum prejuízo, comparando a evolução do negócio.
Além disso, é possível compreender melhor todos os custos obtidos, podendo avaliar aqueles que devem ser cortados e as técnicas que podem ser aprimoradas para atrair mais pacientes e aumentar a lucratividade.
Dessa forma é possível traçar bons planos em busca da melhoria contínua e do alcance dos objetivos empresariais.

Como é feito o ano fiscal?

Geralmente o ano fiscal é divido em 4 trimestres — isso facilita na demonstração financeira do consultório.
Essa subdivisão permite computar as oscilações de desempenho que ocorrem dentro do exercício, apresentando o fluxo de pagamentos, entradas de receitas, saídas de despesas e cumprimentos das obrigações legais.
Todo o resultado é divulgado no Balanço Patrimonial e no DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) para mostrar de forma mais precisa todo o desempenho financeiro e fiscal do negócio.

Como é considerado o ano fiscal no Brasil?

Apesar do conceito ser algo comum em muitos países, o período e como ele é feito pode variar de acordo com a nação.
No Brasil, o exercício fiscal é semelhante ao ano-calendário. Assim, é necessário obter os resultados do dia 1 de janeiro até o dia 31 de dezembro. Essa regra difere de país para país.
A duração do ano fiscal civil é de 365 dias, levando em consideração todos os dias que há em um ano — exceto em anos bissextos. Já o tempo do ano comercial é de 360 dias, estimando que todos os meses tenham 30 dias. Entretanto, esse critério pode variar conforme o ramo das atividades.

Como dividir o ano fiscal ajuda as finanças?

Quando você divide o ano em períodos e atualiza o balanço a cada trimestre, você passa a acompanhar mais de perto o crescimento da sua marca e o desempenho de toda a sua equipe.
O relatório construído a cada três meses demonstra como foi o aumento de pacientes e o uso dos seus serviços, permitindo uma previsão para o próximo trimestre.
Sendo assim, você pode medir o sucesso ou o fracasso do negócio, observando se as metas planejadas foram alcançadas e quais são as expectativas para os meses seguintes.
Você ainda consegue controlar os gastos fiscalizando suas finanças, verificando se impostos foram pagos, se obrigações trabalhistas foram quitadas e quais foram os custos necessários para a manutenção e o funcionamento do consultório.
Também é possível identificar despesas extras desnecessárias, excluindo tudo o que pode causar prejuízo financeiro, mantendo em ordem o balanço para que ao final de todo o período, o demonstrativo seja facilmente avaliado.

Como organizar o ao fiscal?

Para manter organizada a sua clínica para o ano fiscal, você deve seguir algumas dicas simples. Confira!

Organize a contabilidade

Não descuide da escrituração contábil mesmo que você não tenha apoio de uma equipe especializada. Sendo assim:

  • observe sempre os valores que foram creditados e debitados para que você tenha essas informações quando for realizar cálculos e apresentar o demonstrativo;
  • veja se o seu negócio está em dia com as obrigações tributárias, verificando se os impostos foram pagos corretamente;
  • acompanhe sempre seu saldo bancário para observar a saúde financeira da sua empresa.

Calcule a lucratividade do seu consultório

Para que você possa avaliar resultados e traçar novas estratégias, é fundamental acompanhar o crescimento dos lucros do seu negócio.
Mantenha sempre em mãos todas os dados financeiros necessários para que os cálculos sejam precisos e aponte a lucratividade sem margem de erros.

Organize as notas fiscais

Uma empresa só está legalmente apta para o funcionamento quando passa a emitir nota fiscal. Essa é uma obrigação exigida por lei e você deve manter todos os registros de notas salvos e organizados para serem consultados facilmente.
Você pode contar com ajuda de software e de tecnologias para tornar a gestão mais rápida e eficiente.

Preencha relatórios para análise

Manter uma rotina de planilhas e relatórios pode ajudar na hora de apresentar resultados e observar o andamento de toda a situação empresarial. Além disso, em caso de fiscalização, você deve ter toda a documentação exigida pelo órgão em ordem para evitar problemas futuros.
O ano fiscal deve ser observado e acompanhado de perto para que você possa manter sua clínica funcionando e com saldo positivo. Por isso, crie hábitos saudáveis para que seu negócio possa crescer e atingir os objetivos desejados.
Quer conhecer mais dicas sobre o ano fiscal e como manter uma boa gestão para o seu consultório? Então assine a nossa newsletter!

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Diminua a rotatividade de pessoal na sua clínica

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Ter uma boa equipe de trabalho é fundamental para qualquer pessoa que queira ter bons resultados. Nada mais natural, já que são eles que colocam a mão na massa e correm atrás do que é necessário para que qualquer negócio seja bem-sucedido.
Por outro lado, a rotatividade de pessoal (também conhecida como turnover) não é nada boa e pode acabar comprometendo muitas entregas. Além de representar um alto custo, a saída de pessoas qualificadas pode simbolizar a perda de muitos processos — isso sem contar que pode trazer estranheza para seu paciente.
Para entender melhor o que é turnover, quais são os impactos que ele traz e o que fazer para evitar essa situação, então não deixe de ler a postagem de hoje até o final! Vamos lá?
 

O que é turnover, afinal?

 
Turnover nada mais é que um termo técnico para sinalizar a rotatividade dos funcionários de uma empresa. Essa taxa pode aumentar por vários motivos, como baixa remuneração, más condições de trabalho, escassez de oportunidades, etc.
Além disso, essa movimentação de funcionários também pode ser favorecida em um mercado aquecido, pois existem muitas vagas em aberto. Por outro lado, em períodos de retração econômica as pessoas tendem a permanecer no mesmo trabalho por mais tempo.
 

Que impactos a rotatividade de pessoal pode trazer?

 
Quando paramos para pensar nos danos que essa medida pode trazer, um logo vem à mente: os altos gastos financeiros! É isso mesmo: demitir, contratar e substituir funcionários envolve um grande investimento. Se não acredita, pense que alguns colaboradores saem com tributos da rescisão contratual — o que é muito caro para qualquer empreendedor.
Isso tudo sem contar que precisa de alguns meses para treinar o novo funcionário, pois ele não chega assumindo as funções que eram cumpridas anteriormente.
Como você já deve ter percebido, a rotatividade de pessoal ainda faz com que o negócio não ande na velocidade que estava antes (o que compromete muito as entregas e resultados). Alguns pacientes precisam ser remarcados e alguns deles podem até apresentar certa resistência com o novato.
 

Quais são os principais motivos?

 
As realidades podem ser bem diferentes dependendo do negócio e, como é usual, a área de saúde também conta com suas particularidades.
Entre os principais motivos está o desejo de criar sua própria clínica/consultório. A pessoa fica em uma clínica por algum tempo para pegar experiência e depois procura criar o seu próprio negócio.
Além disso, outro ponto que influencia muito é a organização da clínica. Muitos donos não investem na sistematização do negócio, fazendo com que ele fique muito “solto” e desorganizado. Essa situação acaba minando a força de muitos envolvidos, pois percebem que não foram avisados de atendimentos cancelados e mudanças de horário, por exemplo.
Para fechar, não poderíamos deixar de falar da hierarquização da clínica. É isso mesmo: muitos profissionais acabam se sentindo acuados em um ambiente que é altamente competitivo.
No caso da clínica odontológica, por mais que algumas pessoas tenham especialidade diferente, não é raro encontrar profissionais se queixando de uma “guerra de egos” — o que pode acabar contaminando o ambiente organizacional. Já no caso da clínica médica, existe uma guerra não declarada entre os níveis hierárquicos. Isso significa que alguns enfermeiros podem ter problemas com médicos, por exemplo.
 

O que fazer para amenizar a situação?

 
Depois de entender um pouco melhor como o turnover não é nada bom para sua clínica, é bem provável que você esteja se perguntando o que fazer para reduzir essa realidade, certo? Foi pensando nisso que listamos algumas opções aqui:
 

Crie programas de gestão de talentos

 
Se você tem um talento no seu time, então é melhor valorizá-lo. Essa é a melhor forma de fazer com que ele perceba que tem boas perspectivas na sua clínica e acabe ficando retido por mais tempo — o que é ótimo para o seu negócio.
Ofereça a esse grupo treinamentos constantes, políticas de premiação por destaque, participação nos lucros por desempenho e o que mais for viável dentro da sua clínica. Acredite: isso tudo faz muita diferença!
 

Tenha um setor de RH eficiente

 
A área de Recursos Humanos pode ser muito negligenciada, mas é parte fundamental para que sua clínica consiga diminuir o turnover. Portanto, procure por pessoas qualificadas e focadas em recrutar, desenvolver e reter bons colaboradores.
Além disso, fique de olho para ver se o recrutamento e contratação acontece da melhor maneira possível, e se a equipe é preocupada em avaliar a analisar os casos de desligamento.
 

Implemente ferramentas de gestão da clínica

 
Muitas clínicas ainda operam sem ajuda da tecnologia, mas as pessoas acabam se esquecendo que isso pode ser um grande atraso. Não fique para trás e esteja atento às ferramentas e software de gestão de consultórios e clínicas. Para você ter noção, alguns deles ajudam até na gestão de pessoas.
Essa é uma ótima forma de auxiliar os processos e perceber se eles realmente estão bem definidos. Bem, pode ser que você não veja relação entre essa prática e o turnover, mas tente pensar que essa é uma maneira eficiente de melhorar a organização e qualidade do trabalho. Uma medida simples, mas que evita muito estresse e insatisfação.
 

Estimule a prática de feedback

 
É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre feedback, mas muitas pessoas pensam que essa realidade não se aplica em uma clínica de saúde. Ledo engano! É muito importante dar e receber feedbacks dos trabalhos feitos.
Caso as atuações não tenham muita relação, ainda assim os feedbacks podem ser feitos considerando o aspecto comportamental. Equipes precisam estar alinhadas para funcionarem bem!
 

Aplique pesquisas de clima

 
O clima organizacional é um dos pontos mais importantes para um bom trabalho — e muitas pessoas abandonam bons cargos por não encontrarem um ambiente saudável. Por isso, busque alternativas para medir essa realidade. Essa é uma ótima maneira de escutar o que eles têm a dizer, propor melhorias e garantir um bom ambiente para todos trabalharem.
 

Continue no Blog

 
Agora que você entende melhor o porquê de evitar a rotatividade de pessoal na sua clínica, não deixe de adotar algumas das nossas dicas para colocar essa realidade bem longe do seu negócio. E você, conhece alguma outra medida eficiente nesse sentido? Compartilhe nos comentários abaixo e ajude outras pessoas também!
 

Quer mais?

 
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