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Saiba como garantir a segurança do paciente na clínica odontológica

A segurança do paciente dentro de uma clínica odontológica é uma forma estratégica de minimizar riscos de lesões, traumas, infecções ou alguma doença transmissível em qualquer atividade realizada em uma clínica odontológica e em suas áreas adjacentes.

Atuar na área de saúde requer uma série de atitudes específicas, que visam assegurar não apenas a viabilidade financeira do negócio e o bom nível dos serviços prestados ao público, como também o padrão de qualidade exigido para o setor. Por isso, preparamos este post, mostrando como garantir a segurança do paciente na clínica odontológica.

Esse tem sido um tema prioritário no âmbito odontológico. Enquanto alguns procedimentos são exigidos pelas próprias regulamentações do ramo, como a adequação do ambiente, outros podem ser adaptados por meio da adoção de protocolos e boas práticas.

Continue lendo e descubra como fazer isso!

O que é a segurança do paciente?

A segurança do paciente dentro de uma clínica odontológica está relacionada às ações tomadas para minimizar os riscos de qualquer atividade feita no consultório ou em suas áreas adjacentes. É uma forma de proteger contra lesões, traumas, infecções ou algum tipo de doença transmissível.

Em outras palavras, é uma forma estratégica de garantir a saúde tanto dos clientes quanto do dentista e seus auxiliares, além das pessoas de seu convívio. Isso envolve atitudes locais, assepsia, imunização e, também, a prevenção da exposição a materiais infecciosos. Tudo para garantir que a consulta não seja apenas eficiente, mas também segura para todos.

Qual a importância da segurança do paciente?

O consultório odontológico é um local com alto potencial de contaminação de instrumentos e ambientes, como ocorre em muitos estabelecimentos da área da saúde. Por isso, ele exige muitos cuidados em termos de biossegurança, para minimizar o potencial de contaminação e assegurar que as práticas sejam feitas sem maiores problemas.

A saliva, por exemplo, é rica em vírus e bactérias, bem como o sangue e as secreções respiratórias. Tais patógenos poderão se propagar pelo ar, contaminando equipamentos, superfícies e até mesmo roupas de trabalho. Sobretudo, por meio de gotículas bucais, que podem ser facilmente espalhadas pelos aparelhos que geram aerossóis.

Equipamentos perfurantes ou cortantes aumentam o perigo — devido à proximidade entre os envolvidos, inevitável para a prática odontológica — e também precisam ser considerados. Ou seja, é fundamental estabelecer protocolos e seguir alguns procedimentos adequados, de forma a evitar problemas mais sérios em curto, médio e longo prazo.

Como garantir a segurança do paciente na clínica odontológica?

Agora que você já entendeu melhor o conceito e a importância de garantir a segurança do paciente na clínica odontológica, vamos conferir algumas dicas práticas para isso, que possam ser aplicadas tanto no contexto do consultório como em ações e protocolos individuais.

Acompanhe.

Faça a classificação dos ambientes da clínica

O primeiro passo para garantir a segurança dos pacientes na clínica odontológica consiste em fazer a classificação dos ambientes. Isso facilita os cuidados e direciona as ações, inclusive dos outros profissionais envolvidos no negócio. Existem, por exemplo, as áreas não críticas, que não são destinadas ao atendimento, como escritório ou cozinha.

As semicríticas são aquelas onde pode haver contato com patógenos, com possibilidade de contaminação, como recepção, lavanderia e laboratório. Já as chamadas áreas críticas se referem aos lugares que têm maior contato com as secreções que podem causar problemas, como o centro cirúrgico e a própria sala de atendimento.

Não se esqueça de higienizar as mãos

Qualquer profissional de odontologia sabe que a higienização das mãos é fundamental para a sua prática, mesmo quando há o uso de luvas. Com isso, os riscos de passar algum tipo de contaminação para pacientes e equipamentos diminui bastante. O que é altamente recomendável para quem está em busca de uma prática de sucesso.

A lavagem deve ser feita sempre que o dentista tirar as luvas e, também, antes de vestir um novo par. Vale lembrar de que isso deve ser feito no mesmo local da limpeza dos instrumentos, com a retirada de anéis e adornos. Em caso de contato da mão desprotegida com agentes potencialmente infecciosos, como sangue e saliva, a higienização deve ser imediata.

Faça a higienização geral de instrumentos

Da mesma forma que você precisa caprichar na higienização das mãos, isso também precisa ser feito com todos os instrumentos, equipamentos e insumo usados nos atendimentos odontológicos. Com essa estratégia, você evita a contaminação cruzada entre pacientes, algo que poderia minar sua credibilidade e abrir espaço para a concorrência.

A assepsia, por exemplo, inclui ações que evitam que algo seja contaminado. Enquanto a antissepsia está relacionada a medidas de inibição do crescimento de patógenos. A limpeza é o ato mais comum, que compreende a simples remoção de sujeira. Já a esterilização é um processo mais profundo, que acaba com todos os micro-organismos.

Fique em dia com as suas vacinações

Qualquer profissional de saúde, inclusive os de odontologia, deverão estar imunizados contra certas doenças que podem afetar a sua saúde e a dos pacientes. Felizmente, esse é um dos pontos nos quais o Brasil se destaca e o SUS (Sistema Único de Saúde) costuma oferecer doses disponíveis para as principais patologias.

Entre elas, estão a de gripe (influenza), hepatites, tuberculose, caxumba, sarampo, rubéola, tétano, coqueluche, diferia, varicela, entre outros. É possível que você não tenha feito algumas dessas imunizações, portanto, procure conferir a sua caderneta e não deixe de ficar com suas atualizações em dia.

Use os equipamentos de proteção individual (EPIs)

Por fim, não se esqueça que todos os profissionais de odontologia precisam valorizar e usar os chamados equipamentos de proteção individual. Eles são indispensáveis para uma prática segura, reduzindo as chances de acidentes e os riscos de contaminação, tanto dos dentistas quanto dos seus pacientes e colaboradores.

Entre os mais recorrentes estão as luvas descartáveis, que protegem as mãos, bem como as máscaras e óculos de segurança, que reduzem o contato com partículas e gotículas. O jaleco, por sua vez, protege contra aerossóis e respingos, e também devemos reforçar a importância dos calçados fechados, que são essenciais.

Essas medidas ajudarão a tornar a segurança do paciente mais efetiva. Isso pode ser ainda mais perceptível se você contar com uma solução em tecnologia, para organizar os atendimentos e centralizar aqueles dados mais importantes.

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